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9 de outubro de 2004

 
E o assunto do momento é...



Pois bem. Tive a sorte de ganhar meu ingresso para assistir à pré-estréia desse filme na quinta-feira passada (07/10), no Belas Artes. Fiquei muito animado, porque me lembro bem do gosto de "quero mais" que a primeira parte deixou na boca.
Agora, após assistir ao volume 2, entendo bem os motivos desse corte na produção. Claro que rolaram (e ainda rolam) muitos comentários de natureza maniqueísta sobre a divisão do material, mas, apesar de tudo ter sido concebido como um filme apenas, os volumes 1 e 2 têm grandes diferenças, principalmente no que se refere às metáforas e influências no processo de criação, sem falar na mudança sutil do comportamento da protagonista.
Se no primeiro filme imperavam os massacres desmedidos, no segundo prevalece "o mais rápido no gatilho". Daí surgiram tantos comentários e críticas rotulando Kill Bill - vol. 2 como um "faroeste atualizado". O cenário texano ajuda a contextualizar tal rótulo, mas são as resoluções das várias lutas as responsáveis pelo conceito de Velho Oeste contemporâneo. Ainda há sequências bacanas de coreografia pancadarística, mas em nenhum momento isso decide quem será o vencedor.
Essa é a parte mais legal do filme, na minha opinião, uma vez que o (competentíssimo) diretor conduz a narrativa a um clima de tensão quase insuportável. E então, quando acontece o clímax do embate e um dos dois lados define tudo num CLIQUE, a sensação é de que nosso coração vai explodir (oh-oh) de repente!!!
RECOMENDO que assistam a essa excelente obra cinematográfica de Quentin Tarantino. Sua estética ousada pode não agradar a todos, bem como sua maneira de reler fórmulas e estereótipos batidos. Contudo, é um trabalho singular, que tem muito mais a dizer do que se pensa à primeira vista. Assistam com carinho. E se não entenderam alguma passagem desse meu texto porco, ou se tiverem alguma curiosidade a respeito do(s) filme(s), podem me procurar que eu farei o possível para explicar.


 

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